Canto do Galo

Crônicas e delírios sobre o o Galo mais lindo do mundo…

23

de
novembro

Euforia sufocada

por Priscila Oliveira.

Apito final! Mais um sonho terminado, mais uma euforia sufocada.

A magia que fez o time liderar o campeonato por oito rodadas simplesmente acabou.

O Atlético perdeu por 1 a 0 para o Internacional, neste domingo, 22 de novembro, no Mineirão. Foi a terceira derrota consecutiva. O jogo, válido pela 36ª rodada do Brasileirão, colocou fim ao sonho do título nacional. O Alvinegro permaneceu no 5º lugar e vai ter que jogar muito para voltar ao G-4 e disputar a Libertadores.

Cadê a raça que fazia de nós imbatíveis em nossos domínios? Onde foi para o espírito de luta de que tanto a Massa se orgulhava. Antes faltavam podia até faltar craques, mas vontade nunca faltou. Hoje é o contrário.

Desaprenderam? Ou a cabeça está em propostas de outros Clubes. Lamentável. Um time que poderia entrar para a história do Atlético como um dos melhores que a Massa já teve, preferiu ser apenas mais um dentre os mediocres.

Que pena Ricardinho, que era a esperança maior de ver as coisas funcionando. Teve recepção de gala, ou melhor, de Galo. Ovacionado, carregado no ombros da esperança da Massa. Que pena Tardelli e Éder Luis, desde 1999 não se depositou tanta confiança no ataque atleticano. Ah Diego, artilheiro do Brasil, cadê os gols que prometeu?

Que pena hein Corrêa. Sempre elogiado, respeitado, equanto jogou futebol. As palavras que saíram da sua boca após o jogo foram cruéis. Éramos sim mais contentes, mas sabe quando? Qaundo os jogadores que vestiam esta camisa sentiam o peso da história e da emoção que ela carrega… e, esses, lutavam… lutavam… e lutavam…

Há boatos que o destino do volante é o outro lado da lagoa. Se for isso: a porta da rua é serventia da casa.

Ah Feltri, quantas chances mais você precisa ter para provar que merece vestir esta camisa? A paciênica acabou. E Evandro? É Pelé ou Macalé? E Rentería que não se justificou até agora. O campeonato já está no fim e não sabemos  resposta para tantas perguntas. Alessandro? Pedro Oldoni a que veio? Jorge Luís quando o indicado era Álvarro? Welton Felipe, sem ritimo, e escalado para uma batalha tão importante. Tchô, mil vezes Tchô? Pra quê? Tanta gente que se diz “especialista em bola parada” e mau cobram um escanteio? E, tem mais, nem arriscam chutes de fora da área? E Celso Roth com contrato até 2010. Será que a Massa aguenta um treinador tão diferente da filosofia atleticana de ser.

Como tudo que deu certo em boa parte da competição acaba assim? No momento mais importante da competição?

Libertadores é questão de honra.

Saudações Atleticanas!!!

17

de
novembro

Derrota amarga lá no sul

por Priscila Oliveira

Tão amarga quanto à derrota do Atlético por 2 a 1 para o Coritiba, no último sábado, 14 de novembro, no Couto Pereira, foi ver o alvinegro fora do G-4. A partida foi válida pela 35ª rodada do Brasileirão. O resultado deixou o time mineiro em 5º lugar na classificação.

Só algumas considerações da partida. No meio de campo Ricardinho e Correa não estiveram bem, mas nada que justificasse  entrada de Tchô na equipe mineira. Jogador que não joga entre os titulares há um bom tempo e nem escalado para o banco era. A entrada de Pedro Paulo, também não me convenceu, até pelo mesmo motivo de Tchô.

O time titular do Galo não é acostumado a jogar com este dois jogadores…

Mas são só algumas considerações. Porque não foi só por isso que o Galo caiu no Sul e se viu distante do título e fora do G-4. Talvez tenha faltado a velha e boa raça do Galo Forte Vingador. Aquela mesma raça do gol de Éder Luís, quando empatou a partida. Talvez tenha faltado ambição, e até coragem, do treinador. Talvez o time não estivesse, realmente, focado, disposto a recuperar os pontos perdidos em casa para o Flamengo. Talvez, tenha faltado inteligência do zagueiro de não cometer o pênalti, no momento em que o Atlético ameaçava reagir.

Justificar uma derrota para um time que luta para não ser rebaixado não é fácil. Mas, nada de pedir a cabeça do treinador agora. O momento ainda é de concentração e de muita torcida para que o belo trabalho de Roth neste ano à frente do Galo não seja desperdiçado por invenções, experimentos, ou algo do tipo, a essa altura da competição.

Afinal, há duas semanas tudo dava certo. Com placares magros, mas dava certo!

Avante Galo!

Saudações Atleticanas!!!

8

de
novembro

Andrade 3 , Roth 1

por Priscila Oliveira

O Atlético perdeu por 3 a 1 para o Flamengo, neste domingo, 8 de novembro, no Mineirão. A partida foi válida pela 34ª rodada do Brasileirão. O resultado fez o Alvinegro cair uma posição na tabela. Agora é o 4º.

Foi um jogo de muito nervosismo. O Atlético lutava pela liderança, já o rival queria entrar no G-4.

Mais uma vez este carma do Flamengo sobre o Galo.

O algoz da vez, parece mesmo ter sido o técnico Andrade. O técnico rubro-negro fez os seus comandados pararem o time de Celso Roth. A equipe atleticana não conseguiu sair da marcação imposta pelo time carioca e nem marcar tão bem como foi marcada.

Embora tivesse mais volume de jogo, o Atlético não teve objetividade quando conseguiu criar jogadas no ataque.

O urubu fez o simples. Marcou bem e quando teve as chances não titubeou, foi lá e fez.

O gol de honra do Galo foi de Ricardinho, aos 4 minutos do 2º tempo, após o gol, poderia ter empatado, mas repito, faltou objetividade.

Venceu quem foi melhor. A máxima de Roth foi confirmada: “Quem marca melhor, vence”.

Matematicamente ainda há chance de título para o Atlético. Mas, agora, ele não depende só dele. O que não é muito ruim, já que toda vez que o time Alvinegro dependeu só dele, ele não soube aproveitar. Quem sabe a adversidade fará bem. Acostumou-se a isso.

Saudações Atleticanas!!!

FOTO: Globoesporte.com

3

de
novembro

Releitura: 101 anos de paixão

Recomeço a minha “volta pra casa” com o texto que escrevi para os 101 anos do Galo, que acho pertinente para o momento em que vivemos.

por Priscila Oliveira

São 101 anos de fundação do saudoso Clube Atlético Mineiro, há 100 anos começava a história o gramado, com o primeiro jogo e a primeira vitória realizado no dia 21 de março de 1909. O adversário era o Sport Club Futebol (extinto time da capital mineira), que mais tarde, com outra derrota para o Galo fechou as portas. Assim como outros optaram por mudar de nome e de capa.

Histórias infindáveis que a Massa e os amantes do futebol conhecem e reconhecem.

Um passado tão brilhante e tão rico que talvez se tenha pecado por o apego exacerbado.

Olhar para este passado se identificar, se emocionar, reviver cada emoção, entender a essência do Clube e voltar a sonhar sempre é válido. Principalmente, quando se pode aprender com ele. Caso contrário, se a realidade se perde em meio a um passado, ela se limita e se escraviza a ele, sem poder interferir de forma positiva na historia futura.

Os 100 anos foram respeitáveis, inesquecíveis. De muita luta, muita raça e muito amor. “Recordar é viver”. Uma vida de recordações. A hora é de viver.

Zeramos. Passamos pelo centenário. Acredite, estamos vivos, com alguns arranhões, mas estamos vivos.

Reinicio de contagem. 101 Anos. Ano 101 D.G. (depois do Galo). O poeta já nos dizia que já que “ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar tudo de novo, a qualquer tempo e fazer um novo fim”. Não se deseja fim algum, se deseja e se sonha com uma nova história para complementar a outra. Tão bonita quanto aquela já famosa.

O futuro Alvinegro pode estar repleto de novas lendas, ídolos, figuras, partidas e guerras memoráveis. Contudo é preciso estar aberto para receber o novo. Ter orgulho do passado, trabalhar o presente e vislumbrar um amanhã próspero.

Renascer para o novo. Está é a primeira ordem para o ano 01 D.G.

>>>É hora de voltar para a história!!!

Avante Galo!!!

14

de
março

Galo vence e Guarani cai

por Priscila Oliveira

 

O Atlético foi a Divinópolis e venceu por 1 a 0 o Guarani, neste sábado, 14 de março, no estádio Valdemar Teixeira de Faria, o Farião. O jogo válido pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro manteve o Galo na vice-liderança e definiu a queda no time do Guarani para a 2ª divisão do estadual.

O placar magro, feito logo no início de jogo, aos 15 minutos, com mais um gol de Diego Tardelli, não representou bem a partida.

O Atlético foi superior do início ao fim e, até poderia ter liquidado o adversário logo no 1º tempo.

Era jogo para o time atleticano encher de gols a rede adversária. Mas, os atacantes alvinegros hora pecaram nas finalizações, hora pararam na muralha Fábio, goleiro do Guarani, que pegou até pensamento.

No mais, enquanto que para o time de Divinópolis o jogo e a luta por uma vitória significavam o adiamento da queda para a série B ou uma possível reação para que isso não acontecesse, para o Atlético foi a oportunidade de fazer alguns testes, tudo com muita responsabilidade, é claro.

No intervalo de jogo, o técnico Emerson Leão colocou em campo Renan Oliveira e Trípodi. As alterações mostraram a preferência do treinador pelo ataque, a busca por um placar maior e também vontade de ver o comportamento dos jovens jogadores no esquema dele. De um lado Renan Oliveira, que já é uma realidade, mas volta de contusão, do outro, Trípodi, que caiu de pára-quedas na Cidade do Galo, e ainda tem que mostrar a que veio.

Com os dois em campo, o time ficou ainda mais ofensivo e criou mais oportunidades de gols. Faltou tranqüilidade na fora de marcar ou até mesmo sorte.

Embora o ataque esteja infinitamente melhor que os últimos que passaram pelo time do Galo, ainda existem alguns problemas. Falta de treinamento não pode ser. O que se tem notícia é que eles treinam finalizações incessantemente. Porém, perder tantas oportunidades de marcar contra um time fraco, é um fato que não pode passar batido. Brasileirão vem aí, e o nível de dificuldade aumenta. E aí, como é que fica.

Enfim, a partida, mais uma vez, valeu pelos três pontos. A goleada que o Alvinegro poderia ter aplicado e não conseguiu, só afastou um pouco mais o time de chegar à liderança, mas isso é uma questão de tempo.

Saudações Atleticanas!!!

9

de
março

Virada alá Galo

por Priscila Oliveira

 

Sob o sol forte de Governador Valadares, o Atlético venceu por 3 a 1 o Democrata, neste sábado, 8 de março, no estádio do Mamudão. O partida foi válida pela 8ª rodada e o resultado manteve o Galo na vice liderança do Campeonato Mineiro.

 

A virada não foi apenas no placar, ams também no futebol atleticano. O time teve um início de partida ruim. Os constantes erros de passe, mau posicionamento e a falta de criatividade no meio de campo voltaram a assombrar o time que vinha de boas atuações e melhorias nestes quesitos.

 

Alguns jogadores que apresentaram bom futebol nos últimos jogos, deixaram a desejar. Como foi o caso de Marcos Rocha, que não esteve bem. O atacante Kléber que esteve ainda mais apagado e acabou substituído no intervalo de jogo por Chiquinho, que proporcionou velocidade ao ataque. Outro que não foi bem doi o atacante Éder Luis. Ele ficou sumido boa parte da partida, mas apareceu no momento certo, mais especificamente aos 40 mintutos do 1º tempo, para empatar a partida e começar a reação Alvinegra. Os outros gols foram do artilheiro Diego Tardelli.

Tardelli não é apenas artilheiro so campeonato mineiro, é também o artilheiro do Brasil até o momento. Em entrevista após o jogo, o atacante afirmou estar no melhor momento da carreira dele.

 

Como é bom ver o Galo ganhar sob o comando dos homens lá da frente. Este ano o time tem ataque operante, fato.

Como destaque do Galo, além de Tardelli, sugiro Carlos Alberto que teve boa atuação e foi o que mais buscou fazer boas jogadas.

 

 Acredito que o intervalo veio em boa hora e acabou sendo fundamental para a reação e a vitória atleticana. Neste tempo, o treinador Emerson Leão pode "colocar ordem na casa".

 

Ganhar sempre é bom, é indiscutível. Valeu pelos 3 pontos que mantiveram o Atlético no 2º lugar na classificação da tabela do Mineiro. O que preocupa é a queda que o time teve taticamente.

 

Saudações Atleticanas!!!

28

de
fevereiro

Dia de reencontro

por Priscila Oliveira

O Atlético aplicou um sonoro 4 a 0 no Uberlândia, neste sábado, 28 de fevereiro, no Mineirão. A partida, válida pela 7ª rodada do Campeonato Mineiro, garantiu o Galo na próxima fase da competição estadual.

O jogo no Gigante da Pampulha hoje estava bonito. A torcida foi em bom número. E, esse número só não foi maior por problemas na compra de ingresso, mais uma vez falta profissionalismo. Foi dia de reencontro.

Reencontro com a alegria. Não se contabiliza neste momento vitória ou derrota e sim trabalho. Reencontro com o futebol. Agora sim parece que temos time. Até prova em contrário.

A regularidade da equipe deixa essa impressão.

O time jogou certinho e, como tanto frisa Leão, jogou simples e objetivo. Corrigindo, por ter jogado simples e objetivo na maior parte do tempo ganhou. Ainda existem os momentos de "firula", do toque a mais e tal, mas agora eles são mais raros. Grande número de finalização que só não foi maior que o número de desarmes. Time atento, marcando e armando defesa e velocidade no ataque.

O técnico afirmou que os gols saíram do que foi combinado durante a semana e dentro do vestiário. Como é bom ouvir isso. Que segurança, que confiança essas palavras abraçam e acalmam a torcida.

Contra o Uberlândia, tudo deu certo para o Atlético da defesa ao ataque. O adversário ainda não é o ideal, a famosa “prova dos nove” e não permite tirar maiores conclusões. Por isso só dá para dizer que o Atlético desta vez parece ter time e comando.

Os gols saíram dos pés de Márcio Araújo, em dia inspirado, Diego Tardelli, artilheiro da competição e mais dois gols de Éder Luís, que parece ter resolvido jogar bola. O segundo dele, metade da autoria vai o Júnior. O que é a experiência!

Outros gols ainda poderiam ter saído dos pés dos jovens Kléber que estreou bem como titular e Chiquinho que entrou na etapa final e mostrou qualidade. Mas, eles ainda terão muito tempo pra isso.

Saudações Atleticanas!!!

22

de
fevereiro

Galo vence e está no G4

por Priscila Oliveira

 

O Atlético venceu por 2 a 0 o Rio Branco, no Mineirão, neste sábado, 21 de fevereiro, e fez o carnaval dos atleticanos mais feliz. A partida foi válida pela 6ª rodada do Campeonato Mineiro e o resultado colocou o Alvinegro no grupo dos quatro primeiros colocados na competição.

 

O 1º tempo foi tranqüilo, até demais. O jogo foi lento e os erros de passes ainda sobressaem aos demais. Mesmo com dificuldades em sair da marcação do Rio Branco (agora imagina, dificuldades para sair da marcação do Rio Branco), o Galo finalizou seis vezes, em uma delas surgiu o gol dos pés de Carlos Alberto, um dos nomes do jogo.

 

O volante é o típico jogador que joga para o time, raramente aparece como destaque individualmente, porém sempre desempenha bem o seu papel, não compromete. O gol só veio a confirmar a importância dele no atual time do Galo e recompensá-lo pelos bons serviços prestados.

 

O atacante Carlos Júnior que no jogo contra o Itabaiana, no meio de semana, foi herói, desta vez mostrou imaturidade e ganhou ares de vilão.

 

Em uma jogada, ele se irritou com o próprio erro e deu um bico na bola para fora após a marcação da falta, o árbitro não titubeou em aplicar o cartão amarelo. Como era o segundo dele na partida, acabou expulso, ainda na etapa inicial. Até o técnico Emerson Leão se irritou com a atitude do jogador e chegou a dizer que nem na várzea se deve ser tão infantil assim.

O tão criticado preparo físico do Galo nos últimos tempos, dessa vez tem que ser elogiado. No 2º tempo, enquanto os jogadores adversários estavam visivelmente cansados, os atleticanos ainda corriam muito e foi assim que conseguiram marcar o segundo gol, com Éder Luís. O atacante foi o jogador alvinegro mais efetivo. O que mais finalizou e buscou jogo. O gol foi o resultado do empenho dele na partida.

Já o companheiro dele, Diego Tardelli, não teve tarde tão feliz, perdeu gols, mas nada preocupante, ainda.

O jogo era para ser mais tranqüilo para o Atlético que quase se complicou por falta de atenção e de inteligência, em alguns momentos.

Nos minutos finais, o treinador colocou o jovem atacante Kléber em campo e ele agradou. Agora é ver se ele vinga.

Saudações Atleticanas!!!

19

de
fevereiro

Dever fora de casa

por Priscila Oliveira

A estréia do Galo na Copa do Brasil 2009 não poderia ser melhor.

O Atlético fez o dever "fora" de casa, goleou por 5 a 0 o Itabaiana-SE e eliminou o jogo de volta, que seria em Belo Horizonte. A partida, realizada no Estádio Presidente Médici nesta quarta-feira 18 de fevereiro, foi válida pela 1º fase da competição.

Os gols do Atlético foram de Júnior, que fez o primeiro dele com a camisa Alvinegra, Diego Tardelli, o artilheiro, o lateral-direito Marcos Rocha, que também marcou o primeiro dele no Galo e mais dois gols do estreante Carlos Júnior. O garoto parece ter estrela.

Fora o placar elástico e o "oba-oba" da goleada, o time continua pecando na marcação, o Iatabaiana conseguiu chegar muito ao ataque. Ainda falta um pouco mais de atenção e de inteligência na hora de armar as jogadas também.

Mas, pontos positivos também são notados, embora o adversário não tenha oferecido maiores problemas. Boa troca de passes entre os atacantes, principalmente, maior entrosamento entre os jogadores, como era esperado, um meio de campo com um pouco mais de qualidade que nos últimos tempos.

A vitória sempre é boa e sempre será bem vinda desde que não traga ilusões. O time ainda está se fortificando, não está pronto.

Mas, a estréia foi boa, afinal time que quer vencer a competição tem que começar impondo respeito até contra equipes inferiores.

Por hora valeu o resultado que eliminou a 2ª partida.

Saudações Atleticanas!!!

16

de
fevereiro

Prejudicado pela arbitragem, Galo perde clássico

por Priscila Oliveira

 

O Atlético perdeu o clássico para o cruzeiro-MG por 2 a 1, neste domingo, 15 de fevereiro, no Mineirão. O jogo foi válido pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro. O Galo estava há seis jogos sem perder, sendo cinco, no campeonato estadual.

 

O início de jogo foi até, digamos, equilibrado. Porém, embora o Alvinegro atacasse mais, o adversário se mostrava superior em termos de qualidade, somado a isso, com os erros de arbitragem que o beneficiou, conseguiu fazer 2 a 0 logo no 1º tempo.

Antes do intervalo, o Atlético teve um jogador expulso, o zagueiro Welton Felipe. Por incrível que pareça, mesmo com um jogador a menos, o time melhorou e lutou até o fim contra a limitação, o adversário e o apito. O gol veio de pênalti sofrido por Carlos Alberto e convertido por Diego Tardelli. Este perdeu gols inacreditáveis, entregou o ouro, poderia ser vilão, mas tem crédito, é artilheiro.

Animado com o gol, o time atleticano partiu para o ataque, em uma correria de "tudo ou nada". A defesa abriu e quase levou o terceiro, mas era preciso fazer a pressão. Sufocou o adversário e por pouco não chegou ao empate.

Pouco mais de 50 mil presentes no Mineirão para ver o clássico. A Massa, desta vez em menor número, incentivou o quanto pode e calou a maioria azul no Gigante.

Apesar de mais um derrota em clássicos, o time demonstra mais qualidade que nos clássico anteriores. E, se não fosse o apito amigo do adversário, poderia sim sair com um resultado melhor que este. 

Saudações atleticanas!!!

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