27
de
janeiro
Estréia de grego
por Priscila Oliveira
Em um jogo marcado por muitos cartões e faltas, o Atlético estreou no Campeonato Mineiro 2008 com uma derrota de 1 a 0 para o Democrata de Sete Lagoas. O jogo foi realizado na Arena do Jacaré,
domingo, 27 de janeiro.
Os acontecimentos do jogo confirmaram o título do último texto postado por mim nesse blog… As bruxas continuam soltas mesmo.
Aos 5 minutos de partida, Gérson sai contundido e Marques vai para o jogo. Ainda sem o entrosamento desejado, foi o único que levou perigo ao gol do Democrata nessa fase. Mais tarde, aos 35 minutos iniciais, foi a vez de Cláudio sair. O lateral direito sofreu distenção na coxa direita e deu lugar a Renam que se posicionou no meio de campo, enquanto Márcio Araújo supria a lateral direita.
Como se nao bastasse as substituições forçadas que o técnico Geninho fez, o goleiro Juninho ainda sentiu uma antiga lesão e teve que ser substituído por Édson. A essa altura poderia se dizer do placar: 3 a 0 para o Departamento Médico atleticano. Para não perder o costume, Edson levou o gol que deu a vitória ao Jacaré aos 35 minutos da etapa final.
Já se tornou evidente, até pelos menos entendidos, a falta que faz um camisa 10. É preciso continuar a bater nessa tecla. O Atlético jogou muito pelas laterais do campo e mostrou pouca criatividade no meio. O precisa urgentemente de um jogador que chame a respondabilidade, que cadencie o jogo no meio de campo e distribua as jogadas. Isso, hoje, o Galo nao teve. Vocês se lembram quem costumava fazer esse papel? O tão criticado Bilú. Bem ou mal, a bola sempre passava por ele no meio de campo e acabava que ficava responsável pela distribuição do jogo. Alguns dirão que ele errava muitos passes e tal. Concordo, errava muito sim, mas errava porque a maioria das jogadas passava por ele. Logo, as chances de acertos e de erros aumentam. Ele fez falta nesse jogo. E, sentir falta de Bilú é brincadeira!
Ao analisar o aspecto vontade de vencer o jogo, o melhor em campo no Atlético foi Rafael Miranda. Veste a camisa! Bem na marcação, ainda teve tempo para arriscar muitos chutes à distância, ao gol adversário. Marques ainda vai ser o que a gente espera. Éder Luis parece estar mais com a cabeça no Parque Antártica do na Cidade do Galo, Danilinho idem. Deve estar sonhando com Portugal. E a Massa, sonhando com um ano de títulos, ludibriada, iludida e louca para fazer a festa nas arquibancadas, ao contrário, sofreu para ver o jogo e aposto que não gostou do que viu. Como diria o poeta, "sofremos não porque o nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada".
O ano do centenário começou como uma derrota, o que consola é que no campeonato mineiro do ano passado também começou assim e no final tudo deu certo. Lembrando que em 2007 ainda tínhamos jogadores importantes como Diego, Lima, Marcinho e Coelho.
Ah Geninho faça seus operários trabalharem! A propósito, esse time já tem a cara do atual treinador: sem graça, sem motivação, tranqüilo até demais.
Saudações atleticanas!!!


Comentário por Getúlio Bernardo Morato Filho — segunda-feira, 28 de janeiro de 2008 (00:00:01)
Com o Geninho vai ser dureza esse ano.