Canto do Galo

Crônicas e delírios sobre o o Galo mais lindo do mundo…

30

de
março

Vitória expressiva

por Priscila Oliveira



O Atlético continua com festas para o centenário. A última foi a goleada de 6 a 0 sobre o Rio Branco, em Andradas, 29 de marco, sábado em partida válida pela 9 rodada do Mineiro. Diga-se de passagem, goleada essa para presentear o aniversário dessa aprendiz que vos informa (31 de marco). O resultado mostrou um time atleticano melhor entrosado, errando menos passes e bastante ofensivo. Um Danilinho criativo, um Renan lembrando as primeiras partidas pelo Campeonato Mineiro, um Marcio Araújo chamando a responsabilidade e Marinho desencantando. O zagueiro artilheiro Leandro Almeida, em jogada de Danilo, abriu a porteira para a goleada logo aos 6 minutos de partida. Aos 31 minutos, finalmente, Marinho desencanta e marca um belíssimo gol. Danilinho que ja estava merecendo o dele, o fez logo no inicio do segundo tempo aos 3 minutos e aos 20 deixou Eduardo livre para marcar o dele. Pouco depois, Marcio Araújo, a atual "alma" do time, fez o dele. Para fechar o placar, Marcelo Nicácio de cabeça aos 38 minutos. E esse tipo de comemoração e que a Massa quer ter, jogando bem e ganhando bem contra adversários ainda melhores. Estamos garantidos entre os 4 primeiros.

Saudacoes atleticanas e centenárias!!!

28

de
março

Eu vi

por Priscila Oliveira

Eu vi um Galo Centenário, cujo canto ecoou nos 4 cantos do mundo.
Eu vi um Galo na TV exaltado pela sua tradição e pela sua raça.
Vi um Galo na rua com uma torcida magnânima que carrega o Clube nos braços, no coração e não perde a esperança.
Vi, ainda, um Galo do povo e de poucos.
Eu vi um Galo no estádio com espírito aguerrido, cujo adversários enaltecem, respeitam e parabenizam a marca centenária. Elogiado por atuais, rivais e ex-jogadores.
Eu vi uma imprensa Rio/SP dedicar minutos preciosos em homenagem a esse Clube mineiro.
Eu vi um Galo na capital mineira pintando de branco e preto toda ela.
Eu vi um Galo sonhador voando alto no céu belorizontino.
Eu rememorei o Galo de 1908, idealizado por 22 meninos que matavam aula numa tarde de outono.
Eu vi um Galo do mundo, reconhecido por sua grandeza, como a muito não via.
Eu vi um Galo realmente forte e vingador capaz de mobilizar multidões para vê-lo passar.
Eu vi um Galo com a cara e com o jeito que essa Massa merece: no topo!
Assim, eu sonhei com um Galo Campeão do Mundo! 

27 de março de 2008.

27

de
março

Bonita festa

por Priscila Oliveira

Presença de peso da Massa, show, fogos, bandeirão, apresentação de jogadores e gols: foi assim o “encerramento” das comemorações do Centenário.
O resultado do jogo poderia ter sido melhor, mas também isso foi o menos importante, tamanha a importância da data. Os Clubes centenários, Atlético e Peñarol, reviveram a rivalidade Brasil x Uruguai e empataram em 1 a 1, no Mineirão, perante mais de 45 mil presentes, na noite de 26 de março de 2008. O gol atleticano saiu da cabeçada certeira do capitão Marcos. Aprendeu direitinho com Dada e o seu “queixo no peito”.
Em campo um time Alvinegro aguerrido que buscou incessantemente a vitória e um técnico precavido, poupando jogadores de possíveis lesões durante a partida e, também, espirituoso ao colocar muitos jogadores em campo para sentir o gostinho de participar de um jogo histórico desses. Em campo, os agora imortais: Juninho (Edson), Gérson, Leandro Almeida (Ricardo Martínez), Marcos (Vinícius), Thiago Feltri (Agustín Viana), Rafael Miranda (Xaves), Márcio Araújo (Thiago Carpini), Renan , Danilinho (Vanderlei), Marques (Marinho), Eduardo (Souza) e o técnico, Eugênio Machado Souto.
A baixa foi Marques que saiu contundido, tomara que se recupere logo. O time precisa dele.
Na arquibancada uma torcida emocionada não parava de gritar.
Ao final do jogo, aplausos e o hino. Na volta pra casa, torcedores esperançosos por uma nova mentalidade e realidade desse Clube centenário.
Agora é voltar as atenções para as disputas oficiais e completar a festa com títulos.

Saudações atleticanas e centenárias!!!

27

de
março

25 de março de 2008

por Priscila Oliveira

Horas antes da chegada do dia 25, lá estava ela, a incansável. À postos em frente a sede de Lourdes esperava para dar as boas vindas ao Centenário.
Estavam todos lá: a criança, a mulher, o homem, o idoso, o rico e pobre, a charanga, a Galoucura, a 105 e tantos mais. Milhares de corações unidos, batendo forte no ritmo do batuque e do hino do Galo, enquanto olhavam para o relógio, aguardando a 00h para decretar o marco.
Como testemunha ocular, registrava em pensamento cada detalhe, cada gesto, cada expressão dos presentes.
25 de março foi recebido com uma explosão de cores no céu belorizontino, flashes, lágrimas, cantorias, gritos estridentes e a alegria de uma torcida indiscutivelmente indescritível que jamais, digo JAMAIS, abandona o Clube. Roucos, loucos, cantavam incessantemente e faziam a festa se arrastar pela madrugada adentro.
Pela cidade monumentos decorados com as cores do Clube davam o tom especial à data. Nem a estátua de Tiradentes foi esquecida, o herói da inconfidência apareceu com a camisa atleticana. Pela manha a capital de Minas e do Galo acordou pintada de branco e preto.
Já com os olhos lacrimejando e cheia de emoção continuava a registrar esse momento único. A 1 ª ordem do dia: Missa do Galo. Fé, devoção e amor a Deus misturado a paixão pelo clube do coração fizeram da igreja da Boa Viagem uma arena alvinegra. A 2ª ordem, encontro no Parque Municipal. Local de fundação do Clube.
Belos discursos relembraram passo a passo essa história rica em detalhes, apaixonada, secular. Ídolos imortais e feitos memoráveis, eternos, tudo foi citado. Quanta emoção!
Belo Horizonte parou para ver o Centenário do Galo. Das mãos do vice-prefeito da capital, Ronaldo VAsconcelos, o Atlético na figura do presidente do Clube, Ziza Valadares, recebeu a chave da cidade e os dizeres de que BH agora era a capital do Galo. Ora, Belo Horizonte é do Galo desde 1908, quando 22 adolescentes com uma bola de meia e um ideal começaram a escrever essa história. Os sonhos desses garotos seguem mais vivos do que nunca.
25 de março de 2008 – CENTENÁRIO DO CLUBE ATLÉTICO MINEIRO – divisor de águas.

Saudações centenárias!!!

25 de março de 2008
13h

24

de
março

Atlético Secular

por Priscila Oliveira

Há 100 anos, um grupo de jovens se reunia, onde hoje se encontra o Parque Municipal para fundar um clube de futebol. Com apenas uma bola, repletos de ideais e muita determinação enfrentaram as dificuldades da época para atingir objetivos.
A luta, desde sempre impregnada na alma atleticana, e a raça fizeram do projeto daqueles meninos uma realidade. Assim, conseguiram campo para treinar, uniforme, adeptos, estádio e movimentaram a vida esportiva da capital mineira também criança.
O Clube ainda carrega consigo uma característica louvável. Em uma época de expansão de agremiações futebolísticas, onde o esporte mais popular do mundo era visto como esporte de elite, o Atlético, desprovido de preconceitos, mudou essa tendência e abraçou a massa. Desde o nascedouro, não houve discriminação, seja de classe social, raça ou crença. Batava a identificação com o esporte e com o Clube Atlético Mineiro.
Clube do povo, da massa, também tem vocação para primogênito. Primeiro campeão mineiro, primeiro em Minas a ter um estádio, a levar a torcida feminina para as arquibancadas, a ter torcida organizada, primeiro time no Brasil a excursionar pela Europa, e, mais tarde, o primeiro Campeão Brasileiro e da Taça Conmebol, dentre outros pioneirismos. A última inovação foi imortalizar a camisa 12 em homenagem a torcida. Um presente a essa paixão indescritível e secular.
História permeada de glórias, alegrias, de superação, de amor à camisa e também de traições, de dificuldades e dos maiores equívocos de arbitragem que se têm notícia. História que também teve seus contratempos, seus tropeços. O maior deles, a queda para o sub-futebol brasileiro, no dia 27 de novembro de 2005. Não vamos tapar os olhos. Insisto é preciso reconhecer para melhorar. Descenso resultado de alguns anos de má administração, contratos mal feitos e capítulos mal explicados. O que ficou conhecido como a possível “crise do centenário” que levou, nos últimos anos, à queda de equipes igualmente tradicionais e centenárias como Botafogo, Grêmio, Palmeiras e Fluminense. Desses, somente o tricolor das laranjeiras não teve a dignidade para voltar à elite dentro das quatro linhas. Ah, Fluminense!
O que importa é que voltamos rápido ao nosso lugar e afastamos para bem longe a possibilidade de comemorar o centenário fora de casa.
Passaram-se 100 anos do pontapé inicial daqueles meninos. O espírito aguerrido de luta e de raça ainda são os que sobressaem aos demais, não só de uma maneira positiva, infelizmente.
Hoje a luta é para não deixar as dívidas e os resquícios de administrações anteriores empanarem o brilho da data histórica e de toda uma vida. E, é na raça, que a atual diretoria continua a escrever a história do Clube no futebol contemporâneo. Transcrevendo Shakespear, “… há quedas que provocam ascensões maiores”.
Há um tempo, escrevi um texto onde expressava a vontade de ter de volta os craques do passado como Mário de Castro, Said, Cafunga, Ubaldo, Lauro, Lucas Miranda, dentre outros. Ao rever meu conceito, o que se almeja realmente é o Galo do futuro com os craques do futuro. Claro! Com um pouquinho da genialidade de cada um que escreveu o nome nessa história centenária.
As comemorações são bem-vindas e merecidas, tamanha a importância da data. Afinal, chegar aos 100 anos é algo a ser festejado com todas as “pompas e circunstancias” que exige a ocasião.
Porém mais que carnaval, é preciso planejamento, parcerias transparentes, investimentos na base e contextualidade com o futebol moderno. Chega de promessa. O que se deseja é preparação, visão e muita transpiração para que os próximos 100 anos sejam prósperos. Acredito no trabalho sério!
Por hora, desejo um feliz centenário ao Atlético, ao “Galo mais lindo do mundo”, como diria Milton Neves. O presente para o Clube? É a Massa! Seu maior patrimônio. Essa alucinada, rouca, incansável! O presente para nós? O trabalho. Parabéns Galo!

Saudações Atleticanas e Centenárias!!!

24

de
março

Venceu o Galo original

por Priscila Oliveira

O Atletico venceu por 3 a 0 o Tupi, o ultimo invicto do campeonato. O jogo foi valido pelo Mineiro, 23 de marco, domingo.
O time atleticano realmente muda com Marques em campo e com um futebol melhor e mais agressivo derrotou o Tupi com facilidade.
Era a vitoria que a torcida queria para comecar bem a semana do Centenario.
Os gols foram de Marcio Araujo, em penalti sofrido por Thiago Feltri, Marcio bateu e fez, logo aos 3 minutos de partida. Os outros dois gols foram no segunto tempo com Danilinho, depois de bela jogada de Marques, aos 9 minutos e Gerson aos 17, em uma jogada em que Danilo rouba a bola, Marques acredita no lance e Gerson manda para o gol.
Esse sim e o Galo. Diga-se de passagem e sem querer menosprezar o Tupi, quando o Atletico joga contra times menores e esses se comportam como tal, o Galo sempre vence. O Tupi veio todo fechado atras e no primeiro tempo ate conseguiu uma certa superioridade, principalmente no ataque, mas o time alvinegro, diferente dos outros jogos esteve lucido.
Embora tenha passado em branco mais uma vez, Marinho se movimentou bem. O melhor em campo foi mesmo Marques, esbanjando t’ecnica e bela jogadas.
Agora e o penarol na quarta-feira 26 de marco, jogo comemorativo ao Centenario!!!

Saudacoes atleticanas e centenarias!!!

20

de
março

Culpa do gramado

por Priscila Oliveira

Em partida válida pela 2ª fase da Copa do Brasil, 19 de março, quarta-feira, no Vivaldao, o Atlético arrancou um empate de 2 a 2 com o Nacional de Manaus.

Esqueça o que disse no texto anterior dizendo que havia sido a pior atuaçao do Atlético no ano, essa contra o Nacional superou. Os gols do Galo foram de Márcio Araújo, golaço de fora da área no 1º tempo, e Leandro Almeida salvando o Galo da derrota no finalzinho do jogo, aos 47 minutos.

Em resumo, faço minhas as palavras do comentarista Lélio Gustavo: "Atuaçao pífia"!

Deve ser tal síndrome do centenário, ou culpa do gramado como disse Eugênio.

Segue comemoraçoes do centenário….

Saudaçoes atleticanas!!!

17

de
março

Fim do tabu

por Pricila Oliveira

No ano do centenário, a tarde de 16 de março ficará marcada pelo fim da invencibilidade do Atlético no Ipatingão. A derrota de 1 a 0 para o Ipatinga nesse domingo, partida válida pela 8ª rodada do Mineiro, acabou com o tabu. Antes o Alvinegro havia jogado 8 vezes no estádio do Vale do Aço, conseguindo 6 vitórias e 2 empates. Mas, com o time atleticano sem empolgação a marca caiu por terra.

O jogo foi um dos piores de campeonato até agora. Aos dois times faltaram técnica e empenho em busca do resultado. Quem disse semana passada que o clássico foi sem emoção, precisava ter assistido a esse jogo pra entender o que é jogo sem emoção.

Com o ano chegando na metade, praticamente, o que se nota no Atlético é que ainda há falta de entrosamento, falta de efetividade no ataque (Danilinho sempre sobrecarregado de jogadas anda sem confiança parece), falta esquema, tática, transparênica e sabe-se lá mais o quê. Pode-se dizer que o time que entrou em campo era uma formação nova e tal. Tem-se desculpa pra tudo afinal. Mas, existem treinamentos pra isso, certo?

O pior é que quando se pensa que o problemas dos passes errados acabaram eles voltam e acabam tornando-se erros fatais. Foi em um passe errado de Xaves que o Ipatinga armou o contrataque e fez o gol, definindo o placar.

Outro fato que chamar a atenção são as cobranças de escanteios. Será que não se treina mais isso  na Cidade do Galo? Houve, se não me engano, 4 escanteios seguidos para o Atlético nessa partida e nenhum levou perigo ao gol adversário. Escanteios, faltas e, até mesmo laterais, podem ser treinados sim e funcionar como armas para se chegar ao gol, criar jogadas, é só treinar!

A sensação que dá é a daquela velha história: "quer se reabilitar, joga contra o Galo". É esse time mesmo que nós temos para o Brasileiro???

Saudações atleticanas!!!

10

de
março

Empate indigesto

por Priscila Oliveira

Para o Atlético o empate no clássico em 0 a 0 não foi bem digerido nem pela Massa, nem pela equipe. Ao contrário do que parte da imprensa mineira acha. Um "achismo" irritante e com visão parcial do que foi o jogo e até convincente para quem não foi ao Mineirão. Quando se tem um jogo nas mãos e não consegue vencer é incoerente dizer que o empate foi bom. Foi bom para eles que estiveram mal, para nós nem tanto. A partida foi válida pela 7ª rodada do Mineiro, 09 de março, domingo.
Após o clássico desse domingo, declaro apoio incondicional a Geninho até a segunda ordem. O técnico alvinegro deu um nó tático no novato Adílson que vinha com uma equipe ofensiva e de melhor ataque. Ou seria um nó paralisante? Em síntese, o Galo dominou o jogo do início ao fim. Teve maior posse de bola, território, boa troca de passes e roubadas de bola que chegou com facilidade ao ataque, mas, novamente, o time pecou na finalização.
A defesa, sob comando do capitão Marcos, este irretocável, foi perfeita e segura. O meio de campo fez bem a sua função, embora a falta que faz Rafael Miranda. Só o ataque que não fluiu, Marinho apenas de corpo presente fez com sobrecarregassem Danilinho que não teve tranqüilidade para marcar. Ô Marques, sempre quando a gente mais precisa de você…!
Pra não dizerem que não falei da arbitragem, digo que o apito também truncou o jogo. Não com lances capitais que viessem a decidir o jogo, até anularam bem os gol atleticanos, mas pararam o Galo com marcação de faltas menores, a maioria inexistente ou em que se poderia ter aplicado a "lei da vantagem".
A imprensa marrom, digo azul, que domina o noticiário mineiro deveria deixar de ser hipócrita e demagoga ao falar que foi o freguês que não jogou bem, que teve problemas de contusão e blábláblá. Ora não jogou porque o Atlético não deixou, impôs seu jogo. Jogar com Real Potosí, Caracas e Tabajaras é muito diferente que jogar contra o centenário Atlético Mineiro do país pentacampeão mundial de futebol. Poupe-me! Outra coisa que eles andam veiculando por aí é que faltou emoção. Só se for do lado de lá. Claro que não teve tanta emoção como os últimos mas, ver Renan dando o sangue nas roubadas de bola, a correria de Coelho e Danilinho pra cima da zaga e tantos outros lances tiveram emoção sim. Não se pode resumir o futebol há apenas o gol. Isso é detalhe. Uma partida tem toda uma historia.
Só mais uma coisa: alguém ouviu a torcida do outro lado no clássico? Será que contundiram as cordas vocais também? Só falta a imprensa mineira dizer isso.
Segue a freguesia…

Saudações atleticanas!!! 
 

3

de
março

Valeu pelo resultado

por Priscila Oliveira

Com um time desfalcado por suspensões, o Atlético venceu por 2 a 0 o Ituiutaba no Mineirão, 02 de março, domingo, pela 6ª rodada do Mineiro.
O jogo, mais uma vez, pode-se ser resumido ao domínio de jogo do Alvinegro e o problema de finalização que não abandona a equipe. A partida valeu mesmo por resultado.
Ou o senhor Eugenio treina bastante fundamentos com esse time, ou o sofrimento na hora de marcar não terá fim tão cedo.
Os gols saíram da cabeça do zagueriro Leandro Almeida aos 22 minutos do 2º tempo, depois de receber um cruzamento na medida de Sidney, que entrou na etapa complementar. E na sutileza de Danilinho aos 48, após lançamento perfeito de Sidney. Já deu pra perceber que Sidney com menos de 40 minutos em campo fez o que muitos em 90 minutos de partida não fizeram. Foi a melhor substituição feita pelo técnico na partida. Nas outras, Eduardo não entrou bem e Vanderlei, sem comentários.
Os jogadores Agustín Viana e Marcio Araújo erraram muitos passes, principalmente Viana.
A maior baixa fica por conta de Marques, que depois de um bom 1º tempo, sentiu a coxa no intervalo da partida, não voltou para o jogo e é dúvida para o clássico.
O técnico Eugênio tem uma semana para colocar os pés dos jogadores do Galo na fôrma para o clássico.

Pra cima deles Galo!!!

Saudações atleticanas!!!

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