Canto do Galo

Crônicas e delírios sobre o o Galo mais lindo do mundo…

28

de
abril

W.O.

por Priscila Oliveira

 

Foi por W.O. que o Atlético perdeu a partida de ida da decisão do Mineiro, partida de domingo 27 de abril. Vamos encarar assim.
O 5 a 0 indigesto para os fregueses não se fez no jogo de ontem não. Esse placar elástico começou a se desenhar na sexta-feira com a declaração de Eugênio dizendo que o título seria definido no ultimo jogo.
Ora, um técnico que vai para uma decisão de campeonato, em um estado que só tem dois times, pensando em decidir título na última partida, não pode ser sério. Acho que o pensamento dele já estava lá nos cofres da Gávea, se for isso, vá com Deus.
Seriedade! Faltou isso. Pelo menos 30 minutos antes do pontapé inicial os jogadores já faziam aquecimento forte no gramado. Mas não se enganem, não era aquele time de Levir, do ano passado, que já começava a ganhar o jogo no aquecimento. Eram os adversários gente. Ali, pra mim, foi o segundo passo da derrocada. Os nossos atletas entraram em campo pra decisão com menos de 8 minutos para o apito inicial do árbitro. Entraram e ficaram em campo por 10 minutos, depois subiram em um balão e sumiram. Ora, a defesa que era a melhor do Brasil, a menos vazada há três semanas, foi a primeira a sumir.

A Avenida Thiago Feltri ao passo que sobrecarregava o velho Marques, armava contra-ataques pra eles. A Avenida Gerson, pouco acionada no ataque alvinegro, mais na defensiva, entregou o ouro para o outro lado fazer a festa. Meio de campo. Tinha meio de campo? O jogador que nos carregou para essa decisão Danilinho foi aniquilado pela forte marcação. Marques idem. Como o time é muito previsível, bastou marcar esses dois jogadores.

Cobrar apenas seriedade de Eugénio parece ser muito. O técnico coloca 3 zagueiros para jogar contra o Guarani de Divinópolis, mesmo com o Galo ja classificado dias atrás e vai para um jogo decisão com 2. No final do 1º tempo, quando já perdia por 3 a 0, ao invés de colocar mais um defensor e tentar organizar a zaga, ele parece ir para o tudo ou nada, coloca o Marcelo Nicácio, como se este jogo ja fosse a 2ª partida da decisão. Francamente, o pensamento dele não estava nesse clássico.

Na quarta-feira já tem outro jogo importantíssimo. A partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil contra o Náutico. O mínimo que consideração que essa torcida merecia era abrir os portões para que ela vá ao MINEIRÃO na quarta. Mas, ninguém lá pensa na torcida não.

Saudações atleticanas e centenárias!!!

24

de
abril

Danilinho diminui vantagem do Náutico

por Priscila Oliveira

 

A derrota do Atlético por 3 a 2 para o Náutico, na noite dessa quarta-feira, 23 de abril no estádio dos Aflitos, só não teve um gosto mais amargo para o Atlético, por causa do gol de Danilinho ao apagar das luzes. O gol diminuiu a vantagem do Náutico no jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, em Belo Horizonte. O Galo precisará de uma vitória simples para passar a outra fase.
O estreante com a camisa alvinegra Petkovic abriu o placar logo aos 3 minutos de partida. Com falhas de marcação e posicionamento da defesa, 8 minutos depois o Náutico chegou ao empate com Felipe. O jogador também fez o gol da virada do time pernambucano. Aí vai a metralhadora: pela direita do time atleticano, o Náutico deitava e rolava, a esquerda também não estava lá essas coisas. Houve ainda excessivos passes errados, falha no posicionamento dos volantes, disseram que Castilho estrearia, mas acho que não foi nesse jogo. Enfim, junta tudo isso e o resultado foi o terceiro do Náutico no primeiro minuto do 2º tempo, com Berg.
Depois, o Galo foi só ataque e o Náutico contra-ataque. E após varias tentativas no ataque e sufoco lá atrás, aos 44 minutos do 2ª tempo, Souza deu passe sob medida, perfeito, para Danilinho bater bonito de voleio, alá-Guilherme, fazer um golaço e diminuir para o Atlético. 3 a 2 Náutico.
O atacante Danilinho esteve apagado na maior parte do jogo, devido a forte marcação. Como o Galo hoje é totalmente dependente do jogador, o time todo sofreu com a limitação dele.
O que se espera é que o técnico Eugênio consiga acertar a equipe para o jogo de domingo. E arrume a zaga novamente, como ela era.

Saudações atleticanas e centenárias!!!

19

de
abril

Menino de ouro escreve: Galo na final

por Priscila Oliveira

E, foi dos pés de um jovem de 18 anos, que se escreveu: Galo na final do Campeonato Mineiro 2008.
A vitória de 1 a 0 sobre o Tupi coloca o Atlético na luta pelo bicampeonato estadual. Foi o 2º jogo da semifinal, estádio Mário Helênio, 19 de abril, sábado.
A classificação do Galo tem nome: Renan Oliveira, o menino de ouro. O jovem atacante, autor do gol da vitória domingo passado, no jogo de ida da semifinal, marcou novamente nessa partida decisiva que definiu o clube na final do Mineiro. Mas nada de "oba-oba" em cima do menino. Deixa ele jogar tranqüilo, sem pressão.
Mas outros jogadores ajudaram a escrever o nome desse menino. O pequeno notável Danilinho igualmente fundamental e cada vez mais brilhante, assim como Márcio Araújo e a firmeza da zaga nesse jogo valem destacar.
Com um time visivelmente disposto a se defender, o Atlético acabou deixando o Tupi gostar do jogo no 1º tempo e dominar a partida. Foi do time de Juiz de Fora as melhores chances de marcar na fase inicial.
Na volta do intervalo, o técnico Eugênio substituiu Eduardo, que não estava em um bom dia, por Renan Oliveira.
O Atlético voltou para etapa final mais concentrado e mais consciente da importância do jogo, embora ainda continuasse cometer erros de passe, conseguiu segurar a equipe do Tupi. Vez ou outra o Carijó chegava com perigo ao ataque, mas parava em Juninho. E no melhor estilo do "quem não faz, leva", aos 46 minutos, Danilinho fez excelente jogada pela direita e cruzou para Renan de letra fazer o gol e escrever Galo finalista. Atlético 1 a 0.
Agora é desviar um pouco a atenção da final do mineiro e se concentrar na Copa do Brasil. Na quarta-feira, 23 de abril, o Galo enfrenta o Náutico pelas oitavas de final.

Saudações atleticanas e centenárias!!!

13

de
abril

Virada no placar e virada na vantagem

por Priscila Oliveira

Em jogo emocionante, o Atlético venceu o Tupi por 3 a 2, de virada, no Mineirão, 13 de abril, domingo. A virada não foi só no placar, mas também na detenção da vantagem de jogar pelo empate na 2ª partida.
O jogo foi bem disputado. Apresentação de um belo futebol por parte das duas equipes. Quando não era o Tupi no ataque com a força de sua equipe, era o Galo sob a batuta do pequeno notável Danilinho.
O time de Juiz de Fora abriu o placar aos 5 minutos de partida. Com um pênalti cobrado por Renan, 4 minutos depois, o Atlético empatou a partida. Danilinho, autor de dribles desconcertantemente sensacionais e passes precisos, virou o placar aos 34 minutos ainda no 1º tempo.
No inicio da etapa complementar, o Tupi deixou tudo igual novamente. Renan Oliveira, que havia entrado no lugar de Nicácio aos 19 minutos do 2º tempo, virou novamente o placar em favor do Atlético, com apenas 2 minutos em campo. Garoto de sorte esse. É melhor encarar assim por enquanto.
Aplausos, mais uma vez, para Danilinho, o criador solitário do Galo. Tenho a impressão que se os jogadores de frente do Alvinegro acompanhassem ao menos 2% do raciocínio de Danilo na jogadas que ele cria, certamente metade dos gols perdidos seriam convertidos.
O goleiro Juninho falhou mesmo no 2º gol do time do Tupi, contudo fez umas duas defesas importantes e não deve ser crucificado.
Quanta a arbitragem, a má vontade e a má fé contra o Galo continuam sim e só vou discorrer mais sobre o assunto quando ocorrer o contrário.
A caminho de Juiz de Fora com a vantagem de empatar para chegar às finais, o Galo segue vivo.

Saudações atleticanas e centenárias!!!

 

 

10

de
abril

Garantido nas Oitavas…

por Priscila Oliveira

A goleada de 4 a1 sobre o Nacional garantiu o Atlético firme na Copa do Brasil rumo às oitavas de final. A vaga foi decidida no 2º joga da 2ª fase da competição, dia 9 de abril, quarta-feira, no Mineirão. O público esteve longe de ser "aquele" dos jogos do Galo, mas foi bom: 15 mil 932 pagantes.
Classificação decidida logo no primeiro tempo com um time alvinegro atacando forte, dominando todo o jogo. Praticamente foi um ataque a cada minuto no 1º tempo. O jovem atacante Eduardo abriu o placar aos 12 minutos de partida, em um cruzamento perfeito do zagueiro Marcos. Thiago Feltri deveria aprender com ele. O segundo gol foi aos 29 minutos com Marcelo Nicácio e, dois minutos depois, Eduardo fez mais um. Atlético 3 a 0 e fim de 1º tempo.
Com o resultado praticamente garantido, tamanha a diferença de técnica entre os times, o técnico Eugênio foi para o 2º tempo com Renan Oliveira no lugar de Nicácio que saiu sentindo. Substituição acertadíssima. Daninho deixou Renan Oliveira na cara do gol para marcar o quarto gol atleticano da noite. Em pouco mais de 32 minutos (que entrou aos 23 do 2º tempo contra o Guarani domingo e na volta do intervalo nesse jogo, fora alguns minutos de acréscimo) em campo, Renan Oliveira fez o primeiro dele no time profissional do Atlético aos 35 minutos da etapa complementar.
A ótima atuação do time, principalmente, na etapa inicial deve ser considerada e servir de exemplo. A equipe entrou em campo já querendo definir logo a partida, antes do primeiro minuto já havia até falta próxima à área. O time entrou com tudo e claro que não conseguiria manter o mesmo ritmo no 2º tempo, também nem precisava, a classificação já estava nas mãos e os jogadores tinham que se preservar porque no final de semana tem as semifinais do Mineiro.
Agora é concentrar na competição estadual.

Saudações atleticanas e centenárias!!!

6

de
abril

Galo vai enfrentar Tupi nas semi

por Priscila Oliveira

Mesmo escalado com 3 zagueiros, o Atlético perdeu por 3 a 2 para o Guarani. Jogo válido pela 11ª rodada do Mineiro, 06 de abril, domingo no Independência. Com o resultado o Galo permaneceu com 19 pontos e ficou em 3º lugar na classificação e enfrenta o Tupi, 2º colocado, nas semifinais.
O resumo da obra é Danilinho é a peça que move o time do Atlético. A correria que ele apronta pra cima dos zagueiros adversários parece motivar o time todo. Sem o pequeno notável o ataque alvinegro é lento e sem criatividade. A falta de Danilo, lembrando que por suspensão, mais a opção de Eugenio em entrar com um time muito fechado acredito terem grande influencia no resultado.
Jogando no erro do time alvinegro e com inteligência, o Guarani fez o resultado. O time belorizontino abriu o placar com o zagueiro artilheiro, Leandro Almeida, aos 18 minutos iniciais. Guarani empatou com Micão aos 26 minutos. O atacante Eduardo, 9 minutos depois, deixou novamente o Atlético em vantagem. Ainda no 1º tempo, o Guarani empatou novamente com Jajá, aos 42 minutos. A virada veio no inicio da etapa complementar também com Jajá. Guarani 3 a 2.
Analisando individualmente alguns, Souza, para mim, ainda não estreou. E para quem achou que Marinho desmancharia após o golaço no jogo passado, triste engano. O pé do atacante ainda precisa entrar na forma esse ano.
Na quarta tem jogo pela Copa do Brasil. O Atlético vai enfrentar o Nacional em partida decisiva da 2ª fase.

Saudações atleticanas e centenárias!!!

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