Canto do Galo

Crônicas e delírios sobre o o Galo mais lindo do mundo…

28

de
julho

Galo reage e sobe 4 posicões

por Priscila Oliveira

Se fora de casa, o Galo ainda não conseguiu vencer nenhuma partida, sob seus domínios o time está invicto. Foram 4 vitórias e 2 empates, nos 6 jogos em casa. Boa parte da torcida continua com o protesto “Público Zero” e pouco mais 7 mil torcedores estiveram no Gigante da Pampulha, um público que, definitivamente, não é de jogo do Galo.

 

O Atlético ganhou por 2 a 1 do Vitória-BA, no Mineirão, nesse domingo, 27 de julho, pela 15ª rodada do Brasileirão.

 

Com o Sérvio Petkovic comandando as ações no meio de campo, o Atlético tem mais força naquele setor e mais criação. Nessa partida, a equipe mostrou mais volume de jogo, menos erros de passe e mais empenho para buscar um bom resultado.

 

As principais jogadas do Alvinegro eram pela lateral-direita com Mariano, o nome do jogo. O lateral fez os cruzamentos para os dois gols do Galo na partida. Primeiro, ele deixou Marques na cara do gol, aos 43 do 1º tempo para abrir o marcado, depois, recebeu de Pet na direita e levantou na área para Gedeon ampliar, aos 10 minutos do 2º tempo.

 

Outro jogador que teve boa atuação foi Francis nos desarmes do adversário pelo meio de campo. O atacante Jael, que nem chegou a treinar com o grupo, entrou bem no 2º tempo, teve boa movimentação. A defesa composta por Marcos e Vinícius esteve segura. Édson, o goleiro, mais uma vez com grande atuação, impediu o empate do time baiano ao final da partida.

 

O Atlético fez os 2 a 0, poderia ter ampliado e ter aplicado uma goleada. Mas nervoso, e cometendo os mesmo erros de finalização, o time não conseguiu colocar a bola dentro do gol adversário e tomou um sufoco desnecessário no final da partida, quando o Vitória fez o gol e começou a acreditar em um empate.

 

O jogo foi bom, valeu pelo resultado. Com a vitória faz o Atlético subir quatro posições na tabela, está em 13º lugar com 18 pontos e afastou o time da zona da degola. Mas, se a equipe almeja coisa melhor no campeonato precisa começar a ganhar também fora de casa.

 

A próxima partida é no Rio de Janeiro, onde o Galo enfrenta o Vasco da Gama em São Januário, nessa quinta-feira, 31 de julho às 20h30.

Saudações atleticanas e centenárias!!!

Foto: Site do Atlético.

24

de
julho

Falar mais o quê?

por Priscila Oliveira

Falar mais o que desse atual time do Galo. Faltam adjetivos, ou mesmo, criatividade para não cair na mesmice, na repetição  e proferir o mesmo discurso após os jogos, mas o time nao ajuda.

 

O Atlético perdeu por 4 a 0 para o Botafogo, nessa quarta-feira, 23 de julho, pela 14ª rodada do Brasileirão e volta a figurar na zona de rebaixamento.

 

Em um jogo com baixíssimo nível técnico, o Botafogo se mostrou mais eficiente. O Galo totalmente perdido, sem padrão de jogo, sem meio de campo, com a defesa literalmente "batendo cabeça", jogadores sem entusiasmo, ao final da partida, andando em campo, só podia resultar em goleada.

 

Por vezes, é injusto culpar apenas um jogador, mas César Prates ontem esteve terrível. Além de fazer o pênalti, que resultou no gol do Botafogo no primeiro minuto de partida, o lateral foi expulso por causa de uma falta infantil e desnecessária na entrada da área do time carioca e prejudicou em muito o Galo.

 

O Atlético foi com mais freqüência ao ataque e teve mais posse de bola, mas faltou qualidade no último passe, antes disso, faltou criação no meio de campo. Foi assim durante todo o jogo. Mas o botafogo foi mais eficiente.

 

Com um homem a menos, e sem atacante na frente, o Alvinegro mineiro assistiu o time carioca jogar e escrever a goleada depois dos 23 minutos corridos. Botafogo marcou mais 3 gols e fez 4 a 0, mantendo o tabu de 7 anos sem perder para o Galo. 

 

Elogios só para Édson que, enquanto pode, evitou a goleada, mas seus companheiro não o ajudaram muito.

 

O próximo jogo do Galo é contra o Vitória, domingo, 27 de julho no Mineirão. Promessa de casa vazia.

 

Saudações atleticanas!!! 
 

 

20

de
julho

Petkovic ensina como se faz

por Priscila Oliveira

Sob a batuta do veterano maestro Petkovic, o Atlético aplicou o vira-vira pra cima do Coxa que vencia por 2 a 0. A atuação do sérvio foi de gala. Mesmo sem estar 100%, mostrou que a idade pouco influência quando se joga com inspiração, inteligência e qualidade.
O fim do jejum de 6 partidas longe das vitórias veio com a marca do Galo, de virada. O Atlético venceu por 3 a 2 o Coritiba, no Mineirão, na noite desse domingo, 20 de julho. A partida foi valida pela 13ª rodada do Brasileirão.
Do lado de fora do estádio, a torcida protestava pacificamente contra a administração do Clube. Do lado de dentro, Alexandre Gallo mandou um time para campo com quatro volantes. Sem ninguém capaz de armar as jogadas, o time começou mal e, aos 18 minutos iniciais, o placar já marcava 2 a 0 para o Coritiba.
Após os gols, a torcida perdeu a paciência e começou a vaiar, principalmente, o jogador Renan, por causa das últimas atuações. O técnico atleticano, para poupar o jovem atleta, o substituiu por Petkovic. Que mesmo sem estar em totais condições de jogo, foi para o sacrifício e mostrou para a rapaziada como é que se faz.
Com Pet em campo, outro jogo se desenhou. As armações de jogadas apareceram, os passes melhoraram e o ataque tornou-se mais efetivo. Na segunda vez que pegou na bola, acreditou numa jogada até a linha de fundo e cruzou para Gedeon fazer o primeiro do Galo, aos 30 minutos do 1º tempo. Aos 44 minutos, Pet foi derrubado dentro da área, o árbitro assinalou o pênalti que o próprio jogador cobrou com excelência e empatou a partida.
Logo no inicio do 2º tempo, Rubens Cardos fez falta dura em César Prates e acabou expulso. Pouco tempo depois, Vinícius foi sacado para a entrada do atacante Eduardo, numa ousadia do técnico do Alvinegro. Com um homem a mais e com o time jogando para frente, o Atlético comandou o jogo e era dono das melhores chances de ampliar, mas os erros de finalização continuam traindo o time.
Aos 27 minutos, Eduardo fez o terceiro gol do Galo na partida e virou o jogo. Atlético 3 a 2 Coritiba. Depois disso, o time mineiro ainda perdeu uma chuva de gols. E, teve tempo para ver mais um jogador Coxa-Branca ser expulso. Marlos deu uma entrada criminosa em Pet e levou o cartão vermelho.
Parece que quando o técnico escala mal o time, providências quase que divinas surgem. A entrada do Pet no ínicio do jogo, quando era previsto que ele entraria apenas no 2º tempo, parece parte dessas "providências". Foi o melhor em campo e ainda conseguiu fazer jogadores como Gedeon e Márcio Araújo melhorarem suas atuações.
Com a vitória, o Atlético saiu da ZR em menos de 24h. Na próxima quarta-feira, 23 de julho, o time segue para o Rio para enfrentar o Botafogo, às 21h45. Avante Galo!

Saudações atleticanas e centenárias!!!

Foto: Site do Galo

18

de
julho

Há 1 ponto da ZR

por Priscila Oliveira



Ao final da entitulada "seqüência de morte", o Galo consegue somar apenas 2 pontos nos empates em 1 a 1 com Palmeiras e Flamengo, respectivamente. O técnico Alexandre Gallo continua no comando e o time e a torcida ainda esperam da diretoria a contratação de ao menos um atacante..

O Atlético não conseguiu derrubar o tabu de 22 anos sem ganhar do Colorado em Porto Alegre e perdeu por 1 a 0 para o Inter, na noite dessa quinta-feira, no Beira Rio, pela 12ª rodada do Brasileirão. A equipe mineira não vence há 6 jogos no campeonato.
O jogo começou bem movimentado. A pressão inicial do Inter sortiu rápido efeito e, logo aos 6 minutos do 1º tempo, o Colorado abriu o marcador. Após o gol, a equipe sulista diminuiu o ritmo e o Galo até conseguiu equilibrar as forças, mas faltou qualidade no passes, concentração, capricho na finalização e criatividade no meio de campo. Ou seja, faltou jogar futebol. Embora o Alvinegro tivesse maior posse de bola, era do Inter as melhores chances de marcar. O goleiro Édson, seguro nas defesas, impediu que o adversário aumentasse o placar.
A fragilidade do esquema de 3 zagueiros de Alexandre Gallo não deu certo. O Atlético voltou para o 2º tempo com Gedeon no lugar de Leandro Almeida. O time mineiro com mais volume de jogo, ganhou o meio de campo e dominou a partida, mas sem finalizador ficou difícil o resultado positivo aparecer. Nessa etapa, o Inter só chegou ao ataque por causa dos constantes erros de saída de bola do time atleticano, mas Édson continuou fazendo importantes defesas.
Finalmente, aos 46 minutos do 2º tempo, o gol que impediu que o Atlético entrasse pela primeira vez na ZR veio. Porém não foi no Beira Rio, mas em São Januário, com o jogador vascaíno Luisão, no empate de 1 a 1 entre Vasco e Goiás.
Os principais jogadores alvinegros foram César Prates, homem de ligação defesa/ataque, e o goleiro Édson que continua com ótimas atuações.
Pelo menos, por essa rodada, o time ficou livre da ZR.
No próximo domingo, 20 de julho, às 16h, o Galo recebe o Coritiba, no Mineirão, sob protestos da Massa. Avante Galo!

Saudações atleticanas!!!
FOTO: site Superesportes

14

de
julho

Clássico sem sal

por Priscila Oliveira


Mais uma derrota em clássico, mais uma vez o Atlético é vencido pelos seus próprios erros. A evolução que o time de Alexandre Gallo teve nos últimos jogos parou nos constantes erros de passes da equipe, nesse clássico. A falta de um atacante ficou nítida mais uma vez. Só a diretoria atleticana que não quer enxergar. Contrataram mais um meia, ao invés de um jogador de frente. Enquanto isso, o time vai colecionando fracassos, numa campanha que lembra a de 2005. Naquele ano, o Galo também chegou à 11ª rodada com apenas 2 vitórias.
O Atlético perdeu por 2 a 1 para o outro time de Minas, na tarde desse domingo, 13 de julho, no Mineirão. A partida foi válida pela 11ª rodada do Brasileirão. E o resultado não refletiu o que os times apresentaram em campo. Talvez o empate fosse mais justo. O jogo foi muito ruim e não lembrou os grandes jogos que fizeram a fama desse confronto. Teve um 1º tempo corrido, as duas equipes se arriscaram muito ao ataque. O Atlético voltou a cometer erros de passe, de finalização e de posicionamento. Aos 33 minutos, Danilinho insistiu em um lance individual e fez o gol atleticano. O baixinho fez só isso no jogo, bem marcado e nervoso por nao sair dessa marcação, errou todos os demais passes. A alegria pelo gol durou pouco, 3 minutos depois veio o empate. Na etapa final, o ritmo de jogo baixou. O adversário ganhou o meio de campo e chegava mais ao ataque. O goleiro Édson esteve muito bem, salvou o que pôde e parecia que a tarde seria dele. O goleiro foi melhor jogador do Alvinegro em campo. Quando era a vez do Galo atacar, a jogada morria antes da finalização, devido à limitação do ataque. Já nos acréscimos, o Atlético sofreu o segundo gol e outra derrota em clássico. Na partida, dois erros gritantes de arbitragem. O primeiro deles foi o chute de Wágner no zagueiro Vinícius, na frente do árbitro em um anti-jogo. Deveria ter sido expulso, mas parece que bater e não ser punido já faz parte do currículo do meia. Em outro lance, Thiago deu um carrinho em Danilo. Nesse caso, a recomendação da FIFA é o cartão vermelho, mas o árbitro ignorou a regra. Se Danilinho estivesse com o pé de apoio fincado no gramado na hora do carrinho criminoso, teria acontecido o pior. Para finalizar ao que eu chamo de seqüência de morte, o Galo enfrenta o Inter, em Porto Alegre, na quinta-feira, 17 de julho ás 20h30. Sem vencer há 5 jogos no campeonato, o Atlético é o primeiro time acima na ZR.

Saudações atleticanas e centenárias!!!
Foto: Site do Atlético.

10

de
julho

Camisa 9 urgente

por Priscila Oliveira

Jogo no Mineirão, casa cheia, clássico nacional, time aguerrido em campo e muita emoção. O cenário era perfeito para uma vitória que garantiria a arrancada do Galo no Brasileiro. Só faltou um golzinho. As chances para isso foram inúmeras. Mais uma vez, o Atlético foi melhor que adversário, dominou boa parte da partida e deixou escapar 3 pontinhos preciosos dentro de casa. Os erros de finalização continuam. A falta que um atacante faz no time é gritante. Um time que almeja algo grandioso numa competição tem que ter um atacante eficiente. Um camisa 9 urgente!
O Atlético saiu em desvantagem, mas empatou em 1 a 1 com o Flamengo, na noite dessa quarta-feira, 9 de julho, pelo 10ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A torcida, que mais uma vez acreditou no time e lotou o Mineirão, fez um belo espetáculo e assistiu a uma grande partida. Em campo, um Atlético empenhado tinha um ataque efetivo, faltou ainda aquele capricho na pontaria, como sempre. Em uma jogada de contra-ataque, aos 16 minutos do 1º tempo, Marcinho abriu o marcador com um lindo gol. Flamengo 1 a 0. O meia não comemorou o tento em consideração à torcida do ex-Clube.
O gol flamenguista não abalou o Alvinegro que continuou atacando mais e impondo o ritmo. O goleiro do Flamengo, Bruno, esteve bem nas defesas e foi ele quem impediu o empate mineiro logo no 1º tempo. O time carioca, embora atacasse menos, sempre chegava com perigo quando saía em contra-golpe.
É visível a evolução do time atleticano nos últimos dois jogos. Principalmente, no 2º tempo. O time lutou muito. O Flamengo mal ia ao ataque, mas quando arriscava, Édson estava lá para defender. Fez excelentes defesas o goleiro atleticano. De tanto tentar, o Atlético chegou ao gol de empate aos 31 minutos. Danilinho cobrou o escanteio, Pet deu um passe para traz e Marcos de bico, empatou. Atlético 1 a 1.
Após o empate, sentindo que o momento era favorável a equipe mineira arrumou uma correria só para cima do rubro-negro em busca do gol da vitória. Muitas chances foram desperdiçadas e, novamente, o time sentiu falta de uma referência no ataque. A pressa, em tentar fazer o segundo gol, desorganizou um pouco a equipe atleticana, que começou a errar muitos passes, embora continuasse comandando a partida. Do gol de empate, ao apito final do árbitro, o Galo foi só pressão.
O técnico Alexandre Gallo esteve bem no comando. Só de mexer no time ainda no 1º tempo, já merece o meu respeito. O zagueiro Marcos foi considerado o melhor em campo, não só por ter feito o gol, mas pela boa atuação na defesa. Petkovic sentiu o peso da idade, mas enquanto teve fôlego jogou para o time. Foi dele as principais armações de jogadas no 2º tempo. Danilinho, bem na partida, era quem mais ia ao ataque, principalmente, pela direita. Porém, o baixinho continua dando um drible a mais ao invés de tentar acertar o gol. A grata surpresa nesse time de Gallo é Serginho. O jogador tem melhorado a cada jogo e sua boa atuação quase foi coroada com um golaço, onde a bola caprichosamente acertou a trave.
O próximo compromisso do Galo é o clássico mineiro no domingo, dia 13 de julho. Lembrando que 13 é Galo!

Saudações atleticanas e centenárias!!!

Foto: Site Atlético

7

de
julho

Placar injusto

por Priscila Oliveira

Para quem tira conclusões de um jogo pelo resultado, vai até pensar que a partida Atlético x Palmeiras foi equilibrada. Ou ainda, que o time atleticano arrancou um empate no sufoco, após apresentar o mesmo futebol apático dos dois últimos jogos.
Enganam-se os que pensam assim. Foi a melhor partida do Galo no Brasileirão 2008, até agora. Ofensividade, volume de jogo e segurança na defesa foram a tônica do time atleticano que dominou a maior parte do jogo. Mas, parou nas defesas do goleiro pentacampeão Marcos, combinado com pitadas de erros do apito. Porque se não tiver esse último, não é o Galo.
O empate entre Atlético e Palmeiras em 1 a 1, foi melhor para o time paulista que jogava fora de casa. A partida foi realizada nesse domingo, 06 de julho e foi válida pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Alvinegro não tomou conhecimento do Verdão e começou o jogo partindo pra cima. O quase 32 mil pagantes no Mineirão embalaram e foram embalados pelo time. Foram 12 minutos de pressão intensa até o gol sair da cabeça de Eduardo, em cobrança de escanteio de Danilinho. O time abriu o placar a continuou no ataque, que só foi parado mesmo pelo goleiro Marcos. O time de Luxemburgo parecia perdido em campo.
Aos 32 minutos, Eduardo sofreu o pênalti. Renan cobrou mal e Marcos defendeu. Houve invasão na área dos jogadores palmeirenses na hora da cobrança e o arbitro não mandou repetir a penalidade. Com a defesa de Marcos, o time do Palmeiras acordou e tentou atacar, mas Édson também fez boas defesas.
O 2º tempo foi mais equilibrado, mas o Galo era quem levava mais perigo ao ataque palmeirense. Foi quando aos 34 minutos, houve falta do ataque palmeirense que o árbitro não deu, a jogada prosseguiu até acontecer a falta no jogador do Verdão, próximo à grande área. Antes da cobrança o árbitro aplicou o segundo cartão amarelo em César Prates e ele foi expulso. Na cobrança da falta, Diego Souza acertou no ângulo de Édson. Indefensável! E estava decretado: Atlético 1 x 1 Palmeiras.
O que se pode levar desse jogo é forma como o time se portou em campo, pressionando o adversário, buscando a todo momento a vitória. O placar foi injusto e, além de merecer a vitória, o Galo teve totais condições de conseguir os três pontos. O problema é que o futebol está longe de ser uma área exata e nem sempre o melhor ganha.
Nessa quarta-feira, 09 de julho, tem mais pedreira. O Atlético enfrenta o Flamengo, líder do Campeonato. Avante Galo!

Saudações atleticanas e centenárias!!!
Foto:
Site do Atlético

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