Canto do Galo

Crônicas e delírios sobre o o Galo mais lindo do mundo…

28

de
fevereiro

Dia de reencontro

por Priscila Oliveira

O Atlético aplicou um sonoro 4 a 0 no Uberlândia, neste sábado, 28 de fevereiro, no Mineirão. A partida, válida pela 7ª rodada do Campeonato Mineiro, garantiu o Galo na próxima fase da competição estadual.

O jogo no Gigante da Pampulha hoje estava bonito. A torcida foi em bom número. E, esse número só não foi maior por problemas na compra de ingresso, mais uma vez falta profissionalismo. Foi dia de reencontro.

Reencontro com a alegria. Não se contabiliza neste momento vitória ou derrota e sim trabalho. Reencontro com o futebol. Agora sim parece que temos time. Até prova em contrário.

A regularidade da equipe deixa essa impressão.

O time jogou certinho e, como tanto frisa Leão, jogou simples e objetivo. Corrigindo, por ter jogado simples e objetivo na maior parte do tempo ganhou. Ainda existem os momentos de "firula", do toque a mais e tal, mas agora eles são mais raros. Grande número de finalização que só não foi maior que o número de desarmes. Time atento, marcando e armando defesa e velocidade no ataque.

O técnico afirmou que os gols saíram do que foi combinado durante a semana e dentro do vestiário. Como é bom ouvir isso. Que segurança, que confiança essas palavras abraçam e acalmam a torcida.

Contra o Uberlândia, tudo deu certo para o Atlético da defesa ao ataque. O adversário ainda não é o ideal, a famosa “prova dos nove” e não permite tirar maiores conclusões. Por isso só dá para dizer que o Atlético desta vez parece ter time e comando.

Os gols saíram dos pés de Márcio Araújo, em dia inspirado, Diego Tardelli, artilheiro da competição e mais dois gols de Éder Luís, que parece ter resolvido jogar bola. O segundo dele, metade da autoria vai o Júnior. O que é a experiência!

Outros gols ainda poderiam ter saído dos pés dos jovens Kléber que estreou bem como titular e Chiquinho que entrou na etapa final e mostrou qualidade. Mas, eles ainda terão muito tempo pra isso.

Saudações Atleticanas!!!

22

de
fevereiro

Galo vence e está no G4

por Priscila Oliveira

 

O Atlético venceu por 2 a 0 o Rio Branco, no Mineirão, neste sábado, 21 de fevereiro, e fez o carnaval dos atleticanos mais feliz. A partida foi válida pela 6ª rodada do Campeonato Mineiro e o resultado colocou o Alvinegro no grupo dos quatro primeiros colocados na competição.

 

O 1º tempo foi tranqüilo, até demais. O jogo foi lento e os erros de passes ainda sobressaem aos demais. Mesmo com dificuldades em sair da marcação do Rio Branco (agora imagina, dificuldades para sair da marcação do Rio Branco), o Galo finalizou seis vezes, em uma delas surgiu o gol dos pés de Carlos Alberto, um dos nomes do jogo.

 

O volante é o típico jogador que joga para o time, raramente aparece como destaque individualmente, porém sempre desempenha bem o seu papel, não compromete. O gol só veio a confirmar a importância dele no atual time do Galo e recompensá-lo pelos bons serviços prestados.

 

O atacante Carlos Júnior que no jogo contra o Itabaiana, no meio de semana, foi herói, desta vez mostrou imaturidade e ganhou ares de vilão.

 

Em uma jogada, ele se irritou com o próprio erro e deu um bico na bola para fora após a marcação da falta, o árbitro não titubeou em aplicar o cartão amarelo. Como era o segundo dele na partida, acabou expulso, ainda na etapa inicial. Até o técnico Emerson Leão se irritou com a atitude do jogador e chegou a dizer que nem na várzea se deve ser tão infantil assim.

O tão criticado preparo físico do Galo nos últimos tempos, dessa vez tem que ser elogiado. No 2º tempo, enquanto os jogadores adversários estavam visivelmente cansados, os atleticanos ainda corriam muito e foi assim que conseguiram marcar o segundo gol, com Éder Luís. O atacante foi o jogador alvinegro mais efetivo. O que mais finalizou e buscou jogo. O gol foi o resultado do empenho dele na partida.

Já o companheiro dele, Diego Tardelli, não teve tarde tão feliz, perdeu gols, mas nada preocupante, ainda.

O jogo era para ser mais tranqüilo para o Atlético que quase se complicou por falta de atenção e de inteligência, em alguns momentos.

Nos minutos finais, o treinador colocou o jovem atacante Kléber em campo e ele agradou. Agora é ver se ele vinga.

Saudações Atleticanas!!!

19

de
fevereiro

Dever fora de casa

por Priscila Oliveira

A estréia do Galo na Copa do Brasil 2009 não poderia ser melhor.

O Atlético fez o dever "fora" de casa, goleou por 5 a 0 o Itabaiana-SE e eliminou o jogo de volta, que seria em Belo Horizonte. A partida, realizada no Estádio Presidente Médici nesta quarta-feira 18 de fevereiro, foi válida pela 1º fase da competição.

Os gols do Atlético foram de Júnior, que fez o primeiro dele com a camisa Alvinegra, Diego Tardelli, o artilheiro, o lateral-direito Marcos Rocha, que também marcou o primeiro dele no Galo e mais dois gols do estreante Carlos Júnior. O garoto parece ter estrela.

Fora o placar elástico e o "oba-oba" da goleada, o time continua pecando na marcação, o Iatabaiana conseguiu chegar muito ao ataque. Ainda falta um pouco mais de atenção e de inteligência na hora de armar as jogadas também.

Mas, pontos positivos também são notados, embora o adversário não tenha oferecido maiores problemas. Boa troca de passes entre os atacantes, principalmente, maior entrosamento entre os jogadores, como era esperado, um meio de campo com um pouco mais de qualidade que nos últimos tempos.

A vitória sempre é boa e sempre será bem vinda desde que não traga ilusões. O time ainda está se fortificando, não está pronto.

Mas, a estréia foi boa, afinal time que quer vencer a competição tem que começar impondo respeito até contra equipes inferiores.

Por hora valeu o resultado que eliminou a 2ª partida.

Saudações Atleticanas!!!

16

de
fevereiro

Prejudicado pela arbitragem, Galo perde clássico

por Priscila Oliveira

 

O Atlético perdeu o clássico para o cruzeiro-MG por 2 a 1, neste domingo, 15 de fevereiro, no Mineirão. O jogo foi válido pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro. O Galo estava há seis jogos sem perder, sendo cinco, no campeonato estadual.

 

O início de jogo foi até, digamos, equilibrado. Porém, embora o Alvinegro atacasse mais, o adversário se mostrava superior em termos de qualidade, somado a isso, com os erros de arbitragem que o beneficiou, conseguiu fazer 2 a 0 logo no 1º tempo.

Antes do intervalo, o Atlético teve um jogador expulso, o zagueiro Welton Felipe. Por incrível que pareça, mesmo com um jogador a menos, o time melhorou e lutou até o fim contra a limitação, o adversário e o apito. O gol veio de pênalti sofrido por Carlos Alberto e convertido por Diego Tardelli. Este perdeu gols inacreditáveis, entregou o ouro, poderia ser vilão, mas tem crédito, é artilheiro.

Animado com o gol, o time atleticano partiu para o ataque, em uma correria de "tudo ou nada". A defesa abriu e quase levou o terceiro, mas era preciso fazer a pressão. Sufocou o adversário e por pouco não chegou ao empate.

Pouco mais de 50 mil presentes no Mineirão para ver o clássico. A Massa, desta vez em menor número, incentivou o quanto pode e calou a maioria azul no Gigante.

Apesar de mais um derrota em clássicos, o time demonstra mais qualidade que nos clássico anteriores. E, se não fosse o apito amigo do adversário, poderia sim sair com um resultado melhor que este. 

Saudações atleticanas!!!

12

de
fevereiro

Infinito enquanto dure

por Priscila Oliveira

 

O Atlético aplicou 4 a 1 no Uberaba, no Mineirão, nesta quarta-feira, 11 de fevereiro. A partida foi válida pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro. Com o resultado, o Galo chegou ao quarto lugar e segue invicto na competição.

 

Mais uma vez, o comandante do triunfo foi Diego Tardelli que fez mais dois gols e se isolou na artilharia do mineiro, outro de Éder Luís e, acreditem, para fechar a goleada gol de Tchô.

 

Começo a acreditar que todo time pequeno que vier enfrentar o Galo de igual para igual vai ser derrotado. Quase foi assim com o Tupi, foi assim com o Social, semana passada, e, por último, assim foi com o Uberaba. O Atlético comandou a partida do início ao fim.

 

Quando fez o simples chegou fácil ao ataque, quando inventou também chegou, mas sem a mesma qualidade. Os zagueiros estiveram firmes, o meio de campo, embora ainda com um retardatário, esteve bem. O goleiro Juninho não trabalhou muito, mas quando foi exigido não decepcionou. E, o ataque, foi competente.

 

Acredito ainda, que o Atlético, finalmente, encontrou um lateral-direito, para investir. Está certo que o adversário não impôs dificuldades maiores. Mas, como joga bola esse Marcos Rocha, por onde ele andava, por que ele não subiu para o profissional antes?

 

Nada de empolgação. O fato é que ele atuou bem nos dois últimos jogos do time. Tem bom cruzamento, velocidade, suficiente para atacar e voltar para ajudar na marcação, tem bom passe e se livra do adversário facilmente sem cometer faltas desnecessárias. Espero que seja tudo isso mesmo.

 

Por outro lado, como é bom ter um artilheiro, um matador novamente. O jeito de girar o corpo para concluir a jogada, a forma de tocar a bola na hora da finalização, do passe, tudo é diferenciado. O atacante Diego Tardelli trouxe vida para este ataque Alvinegro que há muito andava carente.

 

A tendência é que a permanência do centroavante na Cidade do Galo seja curta. Afinal, o Atlético tem que fazer dinheiro. Portanto, vamos combinar que ela seja breve, mas intensa, ou, como disse bem o saudoso Vinícius de Moraes, "que seja infinito enquanto dure"

Saudações Atleticanas!!!

8

de
fevereiro

Enfim a vitória

por Priscila Oliveira

 

 

Em tarde inspirada de Tardelli, que fez dois gols, o outro foi de Éder Luís, o Alvinegro conseguiu, enfim, a primeira vitória do Mineiro 2009. 

 

O Atlético goleou por 3 a 0 o Social, neste sábado, 07 de fevereiro, em Ipatinga. O jogo foi válido pela 3ª rodada do Campeonato Mineiro e o resultado fez o Galo subir para o 5º lugar na tabela.

 

Depois de uma semana de treinos onde a finalização foi priorizada, o placar da partida nada mais é que resultado do trabalho.

 

No 1º tempo a equipe apresentou um futebol apático. Sem empolgação e sem objetivo, pouco trabalho deu à defesa adversária.

 

O intervalo foi bem recebido pelo Atlético. O técnico Leão conseguiu nestes 15 minutos fazer os jogadores enxergarem o qual sem objetivo era o futebol apresentado por eles até ali e que eles poderiam fazer mais que aquilo.

O treinador conseguiu acordar as estrelas de Éder, Lopes, Júnior e Diego Tardelli. Com, principalmente, estes jogadores mais ligados no jogo, o Atlético foi outro na etapa final. Com outra proposta de jogo e com mais poder de criação, o Atlético conseguiu a vitória no 2º tempo.

 

Outros que também merecem ter os nomes destacados. O zagueiro Welton Felipe e firme na defesa e no jogo todo. O novo lateral-direto, Marcos Rocha, demonstrava se sentir bem com a camisa 2 do Galo. Nem parecia que ele era estreante. Mostrou qualidade e tomara que consiga manter este ritmo e melhorar a cada jogo, diferentemente com o que aconteceu com Sheslon que começou bem e depois caiu de produção.

 

Depois de anos sem uma contratação de peso no ataque atleticano, está aí, para a fazer a Massa feliz, o atacante Diego Tardelli. O atacante foi decisivo e demonstra realmente ter faro de gol. Em três jogos pelo Mineiro já são quatro gols.

Fazia tempo que o Atlético não fazia um golzinho de falta também. Nesta partida, Tardelli fez dois assim. O primeiro foi uma obra prima tamanha a precisão na cobrança. A esperança de gols sobre ele cresce a cada dia.

 

O Alvinegro mostrou que com um pouco mais de tempo, com mais entrosamento, e, que sabe, com a contratação de um goleiro, o time pode crescer e dar mais alegrias ao torcedor este ano.

 

Saudações Atleticanas!!!

Foto: Globoesporte.com

3

de
fevereiro

É preciso aprender com quem acerta

por Priscila Oliveira

"No amor e na guerra vale tudo". Esta máxima atravessa gerações e continua verdadeira. Ao menos para quem não tem medo da luta.
Deixa o amor pra lá e se atenha à Guerra.

Ao aceitar guerrear, primeiramente, busca-se o máximo de informações sobre o adversário. Feito isso, decide-se sobre as armas que serão usadas. Cabe ao líder, optar entre usar armas, munições e estratégias diferentes ou iguais as do inimigo. Desde que acerte na escolha.

Inicia-se o combate e cada qual, com a estratégia escolhida, vai em busca de uma vitória em cada confronto. Uma a uma até findar a guerra.

No intervalo de um combate e outro, o perdedor, por exemplo, tem a chance de decidir se continua com o mesmo planejamento que o levou a derrota, se segue no mesmo raciocínio da famosa síndrome de Dom Quixote (onde o cavalheiro lutava contra moinhos de vento, pensando que esse fossem gigantes), ou se aprende com inimigo, muda de postura e volta ao combate para tentar vencer o conflito.

Ao seguir este raciocínio e o associá-lo à realidade do Atlético atualmente, entende-se que o Clube deveria fazer isso e aprender um pouco com o inimigo do bairro vizinho. Assim como eles aprenderam, ao longo dos anos com o Alvinegro, principalmente, sobre o que "não" fazer dentro de um Clube, de um time, o Atlético deveria aprender com eles sobre o que fazer para se alcançar o mínimo de organização e inteligência. Isso vale tanto para a hora de contratar profissionais quanto para administrar uma instituição.

Ainda mais quando a história mostra que o mais velho Clube da capital nasceu grande, enquanto o outro, por sua vez, tem se tornado. Por isso, o Alvinegro já ensinou muito a muitos nestes 100 anos. Por aqui, ensinou ao outro clube de Minas a torcer, a comemorar, a cometer menos erros possíveis, a não se expor pelo lado negativo, a montar equipe e, até mesmo, a implicar o adversário.

Não que eles não tenham problemas das mesmas ordens que o Alvinegro e que, do lado de lá, seja tudo perfeito, que não há erros nunca. Eles têm, em menor proporção e também erram, às vezes, mas acertam muito mais. Dizem que existe por lá problemas muito graves a serem explicados na justiça. A diferença é que em momento algum deixaram ser explorados pela mídia por isso, fazendo um marketing ao inverso. Mostram apenas o que tem de melhor.

É hora de aprender com quem acerta. E de forma alguma, isso nos tornará igual ao inimigo. Ao contrário, será agregado à tropa centenária mais conhecimento, mais munição para que o combate volte a se igualar em forças e proporcionar aos amantes da bola belos confrontos.

Porque por hora, é preciso admitir, a luta é desigual, merecidamente desigual, vence, dentro e fora das quatro linhas, quem tem inteligência organizacional, racional e emocional.

Não se conta mais com o acaso, não há mais surpresas, há competência!

Saudações Atleticanas!!!


*Essa crônica foi escrita na madrugada do dia 03 de fevereiro, onde a insônia me atingiu e a contratação de Kléber, pelo time azul, não saía da minha cabeça. Incomoda a forma como eles acertam sempre.

1

de
fevereiro

Resultado decepcionante

por Priscila Oliveira

O Atlético empatou em 2 a 2 com o Tupi, no estádio Mário Helênio, na tarde desse sábado, 31 de janeiro. A partida foi válida pela 2ª rodada do Campeonato Mineiro. O Galo somou apenas dois pontos, até o momento, na competição.

É! Ano novo, comando novo, dentro e fora das quatro linhas, no Alvinegro, mas os resultados insistem em ser decepcionantes. A equipe comete os mesmo erros dos últimos tempos, parece que nada mudou. Claro, é preciso entender que tudo o que está em fase de reconstrução no Atlético. Porém, pedir paciência para essa Massa, é mesmo exigir muito. Ela está ansiosa para ver as coisas darem certo no Clube, mas o que vê é a deficiência de sempre.

O ataque continua incompetente. Apesar de Diego Tardelli ter feito os dois gols do time no jogo, ele perdeu outros tantos, assim como Éder Luís que teve erros consecutivos na hora do chute e, também, os erros de outros atletas que se arriscavam ao ataque. Foram falhas incríveis na hora da finalização.

O meio de campo sem criatividade alguma, as jogadas saíam pelas laterais até melhoraram, porém, não mantém o mesmo pique na segunda etapa.

O sistema defensivo segue o mesmo ritmo, perde em posicionamento e consciência, ao longo da partida.

O jogo era para o Atlético. Começou bem, fez um primeiro tempo com superioridade, impôs o ritmo da partida e dominou a partida enquanto esteve lúcido, nem fôlego faltou. Nesse período fez os 2 a 0 e poderia ter goleado, acabado com o jogo logo no 1º tempo. No final do 2º tempo aconteceu o oposto disso. O time tomou o empate e quase uma virada

Não há desculpas a não ser a incompetência lá na frente, na hora de finalizar para o gol, e lá atrás, quando se tem o resultado nas mãos como foi o caso, é tempo de jogar com inteligência e deixar o adversário nervoso e não ao contrário.

O resultado foi desanimador, a sensação foi de uma derrota.

Saudações Atleticanas!!!

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